segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Estudo mostra que a consumidora da classe C não imita A ou B

Mulher da classe C é vaidosa, gosta do que é bom e sabe cuidar bem da família. Publicidade deve aprender a se comunicar com essa personagem.

Esta mulher é uma pessoa com excelente autovalorização, embora leia livro de autoajuda. Ela é vaidosa, sabe o que usar, e passa longe dos grandes desfiles de moda. Porém, não deixa de observar as badaladas lojas de grife e ainda assim não se liga muito às marcas.

Quer elegância, conforto, qualidade e preço bom. Tudo isto é importante para dar um clima excelente à sua vida em casa, onde quase sempre a espera uma segunda jornada de trabalho.

Neste ritmo, às vezes, é impossível cuidar do corpo como sugerem as publicações defensoras da malhação. O que importa, mesmo, é estar bonita por dentro e isto a faz uma pessoa com excelente autovalorização.

Rita Almeida, diretora da CO.R Inovação, é quem lança este olhar atencioso sobre esta personagem. Sua empresa desenvolve planejamento com grandes agências e tem como proposta contribuir para que a publicidade seja transformada, transforme os clientes e sirva para transformar o mercado e sua relação com os públicos-alvo quando tratar da mulher situada na base da pirâmide social.

A CO.R Inovação mostra que a nova consumidora segue tendências próprias, não perde tempo imitando A ou B .

Ao seu modo, encontra meios de saber o que interessa para o seu cotidiano. 28,2% delas se informam junto às amigas, 21,6% ficam em dia com os assuntos trocando ideia quando vão aos salões de beleza; 20,7% se atualizam lendo revistas populares e 7,8% têm informações vendo televisão.

Ao comprar, prestigiam o comércio dos bairros populares de sua cidade.

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