quarta-feira, 6 de maio de 2015

Com alta menor de energia, inflação da baixa renda desacelera.

Indicador acumula alta de 8,57% em 12 meses, segundo a FGV.

De março para abril, o IPC-C1 recuou de 1,64% para 0,74%.

Diante do reajuste menor da energia de março para abril, a inflação da baixa renda desacelerou, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) registrou avanço de 0,74% no mês passado, contra 1,64% em março. Com este resultado, o indicador acumula alta de 5,30%, no ano e, 8,57%, nos últimos 12 meses.

A taxa para a baixa renda ficou acima da registrada para o conjunto da população, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que atingiu 8,41%. Em abril, na comparação com março, esse indicador variou 0,61%.

Das oito classes de despesa que integram o cálculo do indicador, ficaram menores as taxas de  habitação (de 4,14% para 0,64%), alimentação (de 1,12% para 0,82%), transportes (de 0,72% para 0,18%), educação, leitura e recreação (de 0,52% para 0,22%) e despesas diversas (de 0,56% para 0,36%).

Na contramão, estão as variações de saúde e cuidados pessoais (de 0,64% para 1,80%), vestuário (de -0,27% para 0,99%) e comunicação (de -0,44% para -0,24%).

Veja o comportamento de alguns itens:

Medicamentos em geral (de 0,01% para 3,59%)
Roupas (de -0,48% para 1,32%)
Tarifa de telefone residencial (de -1,13% para -0,64%)
Tarifa de eletricidade residencial (de 21,13% para 1,26%)
Hortaliças e legumes (de 4,08% para 1,39%)
Gasolina (de 1,72% para -0,75%)
Passagem aérea (de 12,24% para -1,73%)

Serviço religioso e funerário (1,17% para 0,52%)

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